Pixels X Quarteto Fantástico - Cine Tchelo

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Pixels X Quarteto Fantástico


Pixels

Sam Brenner (Adam Sandler) é um jovem prodígio dos videogames apaixonado por jogos de fliperama nos anos 80. Visto como um grande talento na juventude, Brenner cresceu e toca a vida em um emprego comum: instalando televisores de altas polegadas. Quando alienígenas invadem a terra em formato de jogos dos anos 80 e promovem a destruição de sua cidade, Brenner é o único que possui habilidades para derrotá-los e aciona seus velhos amigos de fliperama antes que seja tarde demais.

A crítica quanto a esse filme do diretor Chris Columbus foi tão feroz que tive até receio de passar perto de uma sala de cinema que tivesse projetando o longa para não pegar "mau agouro". Contudo, ao assistir o filme, não vi a 7 desmaravilha do mundo. Ele é simplesmente mais um filme de Adam Sandler. 

Claro que "mais um filme de Adam Sandler" implica numa gama de elementos peculiares em seu currículo: roteiros cheiros de furos, atuações que beiram o risível, histórias sem pé nem cabeça, humor rasteiros, sexistas, racista e forrado de dezenas de "istas"...  Ou seja, quem vai ao cinema ver um filme de Adam Sandler tem sérios problemas. Este, sim, é o culpado, não o ator ou o Hollywood que explora justamente esse tipo de espectador. 

NOTA: 3 (Pac Men)

Quarteto Fantástico

Quatro adolescente habilidosos são chamados por um grupo de cientistas para uma missão secreta. Eles são incumbidos a testar uma máquina que os levaria à uma dimensão alternativa. A máquina de fato funcionou, porém, um acidente acaba dando misteriosos poderes ao jovens. Cabe a eles agora aprender a dominar esses poderes e utilizarem para o bem ou para o mal.

Muita gente apostou suas fichas neste filme. O primeiro trailer e o anuncio da contratação de Josh Trank na direção animou crítica e público. A escalação de jovens atores prodígio, como Miles Teler, Kate Mara e Michael B. Jordan também caiu muito bem. Só que se tudo era lindo no papel, nada funcionou durante a produção. A começar que o próprio diretor deu piti e brigou com a FOX Filmes, famosa por meter o bedelho nos roteiros e na direção. O resultado foi um filme fraco, tordo, cansado e mais parecido com uma colcha de retalhos.

A impressão é que nada funciona. A coisa não anda. Ele não promete ação, suspense, tensão, Sci Fi... nada. O vilão é um dos mais insignificantes de todos os tempos e o grupo de herois não é nada carismático. Nem o personagem "Coisa" se salva. Ao invés de darem alegria aos fãs e fazerem com que ele sentasse a porrada geral, nos ofereceram um brutamontes cheio de dramas existenciais. Vai entender.

Mas o que devemos refletir, ou não, depois desses fiascos que são os filmes do "Quarteto Fantástico" é: de que importa esse grupo de herois? Alguém que não seja realmente um nerd de quadrinhos liga pro Quarteto Fantástico e seus filmes no cinema? Acho que não. E parece que a FOX vai aprender depois de mais um fiasco e espero que largue mão de nos ofertar filmes tão ruins assim. 

NOTA: 3 (Viagens dimensionais)



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