Assistir a "Star Wars 7: O Despertar da Força" é, com certeza, ter uma experiência ímpar numa sala de cinema. Emoções, nostalgia, caça aos easter eggs, sentimento de aventura. Tudo vem de uma só vez e a ansiedade pode estragar a experiência. Mas, ao se tratar de Disney, que assumiu a franquia "pós George Lucas", temos a certeza de que um bom produto Pop nos será entregue. Embarque nessa jornada e acompanhe a crítica SEM SPOILERS.
Trinta anos após os acontecimentos de "O Retorno de Jedi", as forças rebeldes continuam na luta contra o lado negro da força que agora tenta se reorganizar como a Primeira República, após a queda das forças imperiais. Percebendo o perigo, a Resistência trava uma busca pelo último Jedi restante, Luke Skywalker. Cabe, então, ao jovens combatentes encontrarem o caminho da força para vencer o mal.
Nas mãos da Disney a franquia Star Wars toma um caminho totalmente diferente. Bem, sim e não. A mudança está, na verdade, no resgate aos filmes clássicos da década de 70 e 80. Este episódio 7 teve a missão árdua de trazer os "velhinhos" que estavam desapontados depois dos episódios 1, 2 e 3 e conseguir uma nova safra de fãs, mais jovens e com força de consumo.
A missão ficou nas mãos do diretor J.J.Abrams. Fã, nerd e excelente diretor da nova geração. Ele reuniu os principais personagens da saga clássica, trazendo um ar nostálgico e aquele sorriso no rosto dos fãs. e trouxe novos e já queridos atores para continuidade da franquia. Fora que Abrams trouxe também o que usa de melhor em seus filmes e séries. Cenas de ação espetaculares, câmeras estilosas e perspectivas diferentes, fotografia que é marca registrada... tudo respeitando o universo Star Wars e o que a trilogia clássica teve de melhor.
Mas, além da Disney e de J.J.Abrams, que segurou mesmo "Star Wars 7: O Despertar da Força" foram os novos personagens. Kylo Ren (Adam Driver) é um vilão antagônico e em formação, cheiro de dúvidas e traumas de seu passado. Poe Dameron (Oscar Isaac), o melhor piloto da Resistência, trouxe o carisma de um certo ar bonachão que viamos em Han Solo. Finn (John Boyega) soube encaixar o humor nos momentos certo. Mas a estrela é Rey (Daisy Ridley) uma personagem que parece ter sido feita pensando em cada um dos fãs de Star Wars. Linda, carismática, girls power, entusiasta. Rey é o que cada um de nós gostaria de ser se vivessemos por um dia nesse universo fantástico.
NOTA: 10



