Demorei alguns dias para assistir "Jack Reacher: Sem Retorno". Toda a vez que começava, durava uns vinte minutos até cair em sono profundo. Depois tinha que retomar de onde parei. Isso porque o filme é ruim? Não necessariamente. Mas a sensação de deja vu por vezes tirava o foco do longa. Contudo, afinal, Tom Cruise se deu bem nessa continuação?
Jack Reacher (Tom Cruise), um a agente militar norte-americano, retorna a Virgínia para se encontrar com sua amiga, a major Susan Turner (Cobie Smulders). Entretanto ele descobre que Turner está presa, acusada de vazar informações sigilosas do exército. Cabe a Reacher travar uma investigação particular atrás da verdade e inocentar Susan.
"Jack Reacher: Sem Retorno" trabalha em piloto automático. Tanto a direção de Edward Zick quanto a atuação de Cruise. Se por um lado eles até imprimem boas cenas de ação, com muita correria, perseguição e cenas de lutas, a dupla parece não se divertir tanto como no filme anterior. Para falar a verdade, assisti "Jack Reacher: Sem Retorno" sem me lembrar de nada do que aconteceu no primeiro filme. Talvez isso não seja bom.
Apesar dos pesares, "Jack Reacher: Sem Retorno" serve como um filme "passatempo". O roteiro não é complexo e Tom Cruise está um pouco preguiçoso. Mas ele segue a linha dos tradicionais filmes de espionagem e intrigas: muitas reviravoltas, perseguições e porrada. Tem seu público. Só não veja com sono.
NOTA: 6,0

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