Fome de Poder - Cine Tchelo

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Fome de Poder


Às vezes não é sempre que boas intenções, esforços de produtoras gigantescas, marcas  consagradas e elenco de peso é o bastante para tornar um filme, ao menos, divertido. Esse é o caso de "Fome de Poder", que, apesar de reunir todos os elementos citados acima, é simplesmente um filme chato e pedante como seu personagem principal. 

Ray Kroc (Michael Keaton) é um homem ambicioso, mas que passa por dificuldades ao não conseguir implantar um projeto de sucesso. Recebendo críticas e dúvidas dos companheiros de trabalho, amigos e até da esposa, Kroc parte em um viagem pelo interior dos Estados Unidos para encontrar um restaurante totalmente diferente de todos. E é nessa viagem que Kroc descobre o que viria a ser a maior franquia de fast food de todos os tempos: McDonald`s. 

Que o McDonald`s é uma empresa de sucesso e um ícone do inconsciente coletivo, isso é claro. A história de ascensão da marca seria uma questão de tempo até que virasse um filme de Hollywood. Coube então ao diretor John Lee Hancock contar essa história. O problema é que as escolhas feitas pelo diretor não foram tão felizes, haja vista que ficamos com a impressão que essa história é simplesmente desinteressante.

Michael Keaton encarna o sujeito com a tal "fome de poder" e que passa por cima de todos para ter um marca de sucesso. Só que, não sei se pelo fato do ator estar em modo piloto automático, ou o personagem ser apenas um chato. O fato é que cansa acompanhar as mesmas caras e trabalhadas do sujeito.

"Fome de Poder" é um filme que diverte pouco. Talvez agrade um publico que veja o McDonald`s mais do que uma rede de fast food, tendo a marca como estilo de vida e ícone cultural. Mas aqueles que buscam um bom filme, divertido, e um biografia empolgante, melhor estar atentos a outros longas no cinema ou na tv. 

















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