Sabe aquele filme que passa despercebido nos cinemas mas que se torna uma grata surpresa quando visto em casa, num domingo a tarde, friozionho, com a/o namorada/o? Esse é exatamente o caso de "Aliados", que apresenta uma ótima trama de espionagem e grandes atuações de Pitt e Cottilard.
Durante a segunda guerra, o tenente Max Vatan (Brad Pitt) é enviado a Casablanca, no Marrocos, para uma missão de espionagem. Para isso, ele se encontra com a também espiã Marianne Beausejour (Marion Cotillard), e, fingindo ser um casal francês, tramam uma emboscada para eliminar um embaixador alemão. Depois do sucesso da missão, o casal se apaixona e se casam em Londres. Contudo, as coisas começam a ficar complicadas para Max quando sua esposa é acusada pelo governo inglês de ser uma espiã vazando informações aos nazistas.
Robert Zemeckis é um diretor versátil e que sabe contar uma história. Exemplo disso já vimos no clássico "De volta para o futuro" e nos bons "O voo" e "A travessia". Aqui ele tem uma ótimo roteiro nas mãos e com uma dupla afiada de atores para conduzi-lo. O resultado é um filme que mistura ação, drama e espionagem na dose certa e com pitadas de humor, carregadas com sutileza pelo entrosamento de Pitt e Cotillard.
O longa passeia por vários tons sem nunca deixa o espectador fugir. O primeiro ato já nos mostra a ação e as habilidades dos espiões. E mesmo num segundo ato mais novelesco, o clima de "vai dar merda já já" fica no ar e prende o expectador para um ato final forte, mesmo que previsível. O figurino é esplendoroso e não a toa concorreu ao Oscar 2017.
"Aliados" é um bom filme que, mesmo sem novidades para o gênero, tem muita força, especialmente visto no conforto do lar. Usando de forma correta alguns clichês, Zemeckis faz o que sabe de melhor: contar uma boa história ancorado por uma dupla empática de atores.
NOTA: 8,0
Durante a segunda guerra, o tenente Max Vatan (Brad Pitt) é enviado a Casablanca, no Marrocos, para uma missão de espionagem. Para isso, ele se encontra com a também espiã Marianne Beausejour (Marion Cotillard), e, fingindo ser um casal francês, tramam uma emboscada para eliminar um embaixador alemão. Depois do sucesso da missão, o casal se apaixona e se casam em Londres. Contudo, as coisas começam a ficar complicadas para Max quando sua esposa é acusada pelo governo inglês de ser uma espiã vazando informações aos nazistas.
Robert Zemeckis é um diretor versátil e que sabe contar uma história. Exemplo disso já vimos no clássico "De volta para o futuro" e nos bons "O voo" e "A travessia". Aqui ele tem uma ótimo roteiro nas mãos e com uma dupla afiada de atores para conduzi-lo. O resultado é um filme que mistura ação, drama e espionagem na dose certa e com pitadas de humor, carregadas com sutileza pelo entrosamento de Pitt e Cotillard.
O longa passeia por vários tons sem nunca deixa o espectador fugir. O primeiro ato já nos mostra a ação e as habilidades dos espiões. E mesmo num segundo ato mais novelesco, o clima de "vai dar merda já já" fica no ar e prende o expectador para um ato final forte, mesmo que previsível. O figurino é esplendoroso e não a toa concorreu ao Oscar 2017.
"Aliados" é um bom filme que, mesmo sem novidades para o gênero, tem muita força, especialmente visto no conforto do lar. Usando de forma correta alguns clichês, Zemeckis faz o que sabe de melhor: contar uma boa história ancorado por uma dupla empática de atores.
NOTA: 8,0

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